Dr. David Nordon

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CRM 149.764

TEOT 15.305

Pseudoartrose Congênita de Tíbia

 

O que é?

 

O nome é inadequado, por não se tratar de uma sequela de fratura (pseudoartrose); no entanto, não há ainda um nome melhor, sendo este o mais utilizado.

É uma doença na qual há alteração da qualidade do tecido ósseo da tíbia, que se torna frágil e de difícil consolidação após uma fratura.

Ocorre 1 a cada 28.000 nascidos vivos. Tem grande associação com neurofibromatose tipo I. Aproximadamente 95% apresentam fratura da perna antes dos 5 anos de idade.

 

O que a criança sente?
 

Na realidade, o que mais chama a atenção é a deformidade da perna da criança. Nós a chamamos de deformidade anterolateral, porque a perna faz uma curva, levando o tornozelo a apontar para dentro e para trás. No entanto, ela não sente dor e consegue caminhar sem muita dificuldade (de acordo com a gravidade da deformidade).

 

Como é diagnosticada?

 

Pode ser visto à ultrassonografia, durante a gestação, ou quando a criança nasce, pela deformidade. No entanto, em casos com pouca deformidade, às vezes só é diagnosticada quando o osso, já fragilizado, fratura. Nestas ocasiões, observamos que há uma diferença na qualidade óssea da tíbia.

 

Como é tratada?

 

Geralmente esperamos que a criança atinja a idade de cinco anos para podermos fazer cirurgias corretivas. Até lá, ortetizamos a perna, utilizando um equipamento como proteção, para evitar fraturas. Ocorrendo uma fratura, ou atingindo a idade, é a oportunidade para o tratamento definitivo, que consiste em retirar todo o osso de má qualidade e substituir por enxerto, pela fíbula retirada da outra perna, ou realizar alongamento ósseo com o fixador externo circular.

 

Ficou com alguma dúvida? Deixe um comentário ou marque sua consulta: 5579-9090.

Dr. David Nordon.

CRM 149.764 TEOT 15.305

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